A Serra Catarinense, tendo Lages como seu principal polo econômico, atravessa em maio de 2026 um momento de profunda reflexão sobre sua identidade e resiliência. O cenário atual, marcado pela chegada de fenômenos meteorológicos severos como o “ciclone bomba”, evidencia a vulnerabilidade da região diante das mudanças climáticas globais, ao mesmo tempo em que destaca a força de sua economia baseada no agronegócio e no turismo de inverno.
A Resiliência Contra o Ciclone
O início do mês foi marcado pela formação de um ciclone extratropical. A Defesa Civil monitora constantemente as encostas da região serrana.
Com previsões de temperaturas negativas para a segunda quinzena, cidades como Urupema e São Joaquim esperam lotação máxima em hotéis e pousadas, consolidando o turismo de experiência na região.
Por outro lado, o desenvolvimento regional encontra na cultura e no turismo sua maior vitrine. A Festa Nacional do Pinhão, que se inicia no final deste mês, deixa de ser apenas uma celebração gastronômica para se tornar um motor de desenvolvimento social.
Em suma, a Serra Catarinense exemplifica o esforço de uma região que busca harmonizar o rigor do seu clima com a calidez de sua hospitalidade e inovação.


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